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Árvores

Descrição do Produto

Uma Árvore é uma planta perene com um caule lenhoso, normalmente um único tronco, composto por madeira e protegido por uma camada exterior de casca. Não existe uma linha divisória clara entre as árvores e os arbustos, mas por vezes, define-se uma árvore como tendo um mínimo de dois metros de altura.

Nas angiospérmicas (plantas com flor), a maioria das árvores são dicotiledóneas. Este grupo inclui árvores como o Carvalho, a Bétula, o Freixo, o Castanheiro, a Tília e o Bordo, e são muitas vezes designadas árvores de folha larga por serem mais largas que as coníferas como o Pinheiro e o Abeto-vermelho.

Nas regiões temperadas, as árvores angiospérmicas são, na sua maioria, na sua maior parte, caducifólias ou caducas (isto é, perdem as folhas no Inverno), nas regiões tropicais, a maioria das árvores angiospérmicas são de folha persistente. Há menos árvores entre as monocotiledóneas, embora as palmeiras e os bambus pertençam a este grupo.

As angiospérmicas incluem muitas árvores e classificam-se em quatro ordens:

  • Cycadales (incluindo Cicas e Sagueiros) – Fig.1;
  • Coniferales (Coníferas) – Fig.2;
  • Gingkogoales (que compreende apenas uma espécie actual, o Gincgo) – Fig.3;
  • Taxales (a que pertence o Teixo) – Fig.4.

 

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Curiosidades:

As árvores desempenham um importante papel na produção de oxigénio, estudos demonstram que florestas antigas, equilibradas, produzem a mesma quantidade de oxigénio e dióxido de carbono (CO2), sendo por isso importante a plantação de novas áreas verdes, pois árvores jovens produzem mais oxigénio do que dióxido de carbono (CO2).

Possuem ainda grande importância para a manutenção da paisagem natural, devido à capacidade de controlo contra a erosão, seja graças à absorção da água da chuva, (por exemplo, uma árvore adulta pode absorver até 250 litros de água por dia), à grande fixação exercida no solo pelas raízes ou, ainda, devido à formação de barreiras contra a acção de deslizamento de terras. Este efeito anti-erosivo é de suma importância para a manutenção dos nutrientes no solo, que seriam lixiviados por acção das chuvas, além de diminuir o efeito de assoreamento dos rios, daí a grande importância da manutenção das matas ciliares.

Outro efeito benéfico é a capacidade de penetração da água em solos cobertos de vegetação, facilitando a alimentação dos lençóis freáticos.

Por último, outro benefício ligado directamente à qualidade de vida da população está na capacidade de absorção de poluentes do ar, pois no processo de transpiração das árvores as partículas de água aderem-se aos poluentes que serão transportados e acumulados nas nuvens quando e cairão sob a forma de chuva.

A figura seguinte ilustra o fenómeno de fotossíntese e respiração (absorção de Dióxido de Carbono – CO2 – e libertação de Oxigénio – O2)

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